13 de junho de 2007
Para iniciar uma instalação padrão do CD ou DVD, reinicie o computador com o CD 1 ou DVD 1 na unidade de CD-ROM ou DVD.
Para obter instruções rápidas sobre a instalação do CD ou DVD, consulte SUSE Linux Enterprise Desktop 10 SP1 Installation Quick Start (Inicialização Rápida da Instalação do SUSE Linux Enterprise Desktop 10 SP1). Para obter instruções adicionais de instalação, consulte SUSE Linux Enterprise Desktop 10 SP1 Deployment Guide (Guia de Distribuição do SUSE Linux Enterprise Desktop 10 SP1).
Para usar discos iSCSI na instalação, adicione o seguinte parâmetro à linha de parâmetros de kernel:
withiscsi=1
Durante a instalação, é exibida uma tela adicional que dá a você a chance de anexar discos iSCSI ao sistema e usá-los no processo de instalação.
Se você deseja usar informações de EDD ( /sys/firmware/edd/<dispositivo>) para identificar seus dispositivos de armazenamento, será necessário mudar as configurações padrão do instalador usando um parâmetro de kernel adicional.
Requisitos:
O BIOS fornece informações completas sobre EDD (encontradas em /sys/firmware/edd/<device>).
Discos são assinados com uma assinatura MBR exclusiva (encontrada em /sys/firmware/edd/<device>/mbr_signature).
Procedimento:
Adicione o parâmetro use_edd=1 aos parâmetros do kernel durante a instalação inicial.
A lista de ids de dispositivos no instalador mostra o ID de EDD (por exemplo, edd_dev80_part1), em vez do nome padrão do id do dispositivo.
O sistema usa esses ids de dispositivos para instalação e tempo de execução (por exemplo, em /etc/fstab e bootloader).
Se você tiver instalado e configurado um iSCSI SAN e criado e configurado discos ou volumes EVMS nele, talvez os volumes EVMS não fiquem visíveis ou acessíveis. Esse problema ocorre quando o EVMS é iniciado antes do serviço iSCSI. Portanto, o iSCSI deve ser iniciado e executado antes que qualquer disco ou volume no iSCSI SAN seja acessado.
Para resolver esse problema, digite chkconfig evms on ou chkconfig boot.evms on no console do servidor Linux de todos os servidores contidos no iSCSI SAN. Esse procedimento garante que o EVMS e o iSCSI sejam iniciados na ordem adequada sempre que os servidores forem reiniciados.
Se você pretende adicionar dispositivos de armazenamento extras ao sistema após a instalação do sistema operacional, recomendamos o uso de nomes de dispositivos persistentes para todos os dispositivos de armazenamento durante a instalação. Por padrão, o instalador usa nomes de dispositivos do kernel.
Durante a instalação, digite o particionador. Para cada partição, selecione e vá para a caixa de diálogo . Qualquer opção de montagem exceto fornecerá nomes de dispositivos persistentes.
Para que um sistema já instalado passe a usar nomes de dispositivos persistentes, proceda conforme descrito acima em todas as partições existentes. Além disso, será necessário executar novamente o módulo do bootloader no YaST para que o bootloader também passe a usar o nome de dispositivo persistente. É só iniciar o módulo e selecionar para gravar a nova configuração proposta no disco. Faça isso antes de adicionar os novos dispositivos de armazenamento.
Para obter mais informações, consulte http://en.opensuse.org/Persistant_Storage_Device_Names.
Com o SUSE Linux Enterprise Desktop 10, nós alternamos o módulo de criptografia padrão para "cryptoloop". O NLD 9 usava o twofish256 com o loop_fish2 de 256 bits. Agora usamos o twofish256 com o cryptoloop de 256 bits. O twofish256 antigo é suportado como twofishSL92.
Você pode mudar o tipo de criptografia em /etc/cryptotab ou YaST.
Quando a forma em que o dispositivo raiz é montado (por exemplo, por UUID ou por rótulo) é modificada no YaST, a configuração do bootloader precisa ser gravada novamente para que a mudança se torne efetiva no bootloader.
A configuração de exibida pelo módulo de bootloader do YaST2 é a que se tornará efetiva após a gravação da configuração.
Para iniciar uma atualização padrão do CD-ROM ou DVD, reinicie o computador com o CD 1 ou DVD 1 na unidade de CD-ROM ou DVD. Selecione , em vez da instalação nova.
Para fazer a atualização do SLED 10 GA para o SLED 10 SP1 no sistema em execução (em vez iniciar um sistema de instalação primeiro), use um dos seguintes procedimentos:
Antes de fazer uma atualização online para o SP1, verifique se o SLED 10 GA está registrado com um código de registro oficial e se todos os patches do SLED 10 disponíveis foram instalados.
Inicie o Atualizador de Software clicando no ícone do painel (geralmente um globo, mas ele muda de cor e aparência dependendo da disponibilidade de um link na rede e das atualizações novas) na área de notificação do painel.
Selecione o patch e clique em .
Aguarde uma mensagem de êxito.
Uma janela pop-up será aberta informando que o servidor de atualizações mudou para nu.novell.com.
Em seguida, uma janela pop-up aparecerá pedindo para você fornecer a senha raiz.
Depois de a atualização da pilha de manutenção ser instalada, será exibida uma janela com seleções de patch.
Selecione os patches que deseja e clique em .
Depois de concluída a atualização, reinicie a máquina.
Inicie o Centro de Controle do YaST.
GNOME: Clique em .
KDE: Clique no botão de menu > .
No menu esquerdo, clique em e em à direita.
Selecione o patch .
Inicie o módulo de atualização online no Centro de Controle do YaST.
Selecione apenas o patch com o nome que (deve ser o único patch pré-selecionado).
Atualize todos os outros pacotes.
Depois disso, seu sistema será atualizado para o SP1.
Reinicialize a máquina.
Execute rug in -y -t patch switch-update-server.
Em um shell, digite /usr/bin/switch-update-server na linha de comando.
Use o rug sl para ter certeza de que o seu servidor de atualizações agora é o nu.novell.com.
Execute os seguintes comandos:
rug sub SLED10-Updates.
rug in -y -t patch move-to-sled10-sp1.
rug refresh
rug sub SLED10-SP1-Online
rug in -y -t patch sledp1o-liby2util-devel
rczmd restart
Para instalar o patch da pilha de atualização, execute o seguinte:
rug up
rug in -y -t patch product-sled10-sp1
Reinicialize a máquina.
Se não for possível entrar no site https://update.novell.com diretamente de um servidor proxy obrigatório, proceda como explicado no TID (Technical Information Document - Documento de Informações Técnicas) em http://www.novell.com/support/search.do?cmd=displayKC&docType=kc&externalId=3377050&sliceId=SAL_Public.
Os produtos SUSE Linux Enterprise 10 oferecem vários caminhos de migração para atualizar o sistema para o SP 1. Esse item é importante se você pretende migrar um sistema que tem um produto de expansão ou pacotes do módulo de kernel instalados (por exemplo, drivers ATI ou nVidia de terceiros).
A atualização do sistema pelo PatchCD só é possível se nenhuma outra fonte de instalação (como o SDK) foi registrada previamente. Se você depende desse caminho de atualização, a alternativa será fornecer o PatchCD via FTP/NFS/HTTP como fonte de instalação.
A atualização de um sistema com pacotes do módulo de kernel de terceiros instalados para placas de vídeo ATI ou nVidia exige atenção especial. Ao atualizar um sistema com esses pacotes, você tem duas escolhas:
(Recomendável) Uma fonte de expansão deve ser adicionada para a respectiva placa de vídeo antes de as dependências dos pacotes serem resolvidas. Se isso for feito, os módulos ATI ou nVidia serão atualizados corretamente. Os caminhos para essas fontes são:
http://www2.ati.com/suse/sle10sp1 http://download.nvidia.com/novell/sle10sp1
Se nenhuma fonte de expansão for especificada, você será solicitado a resolver as dependências dos pacotes manualmente. Os pacotes de driver de vídeo e do módulo de kernel, porém, não podem ser resolvidos automaticamente. Você tem as opções de remover cada pacote ou ignorar a dependência, mas os pacotes devem ser removidos em ordem para o sistema voltar corretamente ao driver de código-fonte aberto. Se não for possível remover esses pacotes, ocorrerá falha em X após a conclusão da instalação.
Para obter mais informações, consulte Migration to SP1 with Add-on and kmps (Migração para SP1 com expansão e kmps).
Se você usa drivers ATI ou nVidia, recomendamos que revise com atenção as seguintes informações antes de atualizar para o SLED 10 SP1. Geralmente, quando não há um driver atualizado, ocorre um conflito durante o processo de atualização que exige a interação do usuário. Caso você ignore acidentalmente esses conflitos ou apague o driver, seu sistema não poderá mais ser iniciado no modo de vídeo.
Suportamos apenas versões de drivers de atualização que foram instaladas durante a instalação inicial do SUSE Linux Enterprise 10 pelos catálogos de software predefinidos.
Durante uma atualização de sistema, os catálogos de software necessários no ati.com e no nvidia.com não são conhecidos pelo sistema, mas são adicionados depois que o sistema é registrado no NCC (Novell Customer Center). Isso significa que, nessa etapa da atualização, não há uma versão de driver compatível com o SP1 para seu adaptador gráfico disponível. O sistema solicitará que você resolva o conflito de dependência manualmente. Depois que os catálogos correspondentes forem adicionados, o sistema aplicará automaticamente o driver necessário.
Inicialize o sistema com a mídia do Service Pack 1 do SUSE Linux Enterprise 10.
Selecione .
Depois que o sistema termina de avaliar sua seleção de software, você recebe um aviso de conflito de dependências de software.
Opte por remover o ati-fglrx-kmp ou o nvidia-gfx-kmp.
Remova o pacote do driver x11 correspondente.
Para o ati-fglrx-kmp, remova o x11-fglrx-video.
Para o nvidia-gfx-kmp, remova o x11-nvidia-video.
Prossiga com a atualização.
Durante o processo de atualização, o sistema será reinicializado. Você poderá ver a seguinte mensagem uma ou mais vezes:
Falha na instalação anterior.
Selecione para continuar a instalar.
Durante a instalação, lembre-se de registrar seu sistema e instalar todas as atualizações disponíveis.
Se você não fizer isso na instalação, poderá fazer depois abrindo o YaST e clicando em . Depois que o sistema é registrado (ou ativado), você pode instalar as atualizações clicando no ícone do Zen Updater do lado inferior direito da área de trabalho. Isso deve ser feito antes da etapa 8.
Para usar o driver patenteado ATI ou nVidia depois que a atualização for concluída:.
No GNOME, clique em .
Na categoria , selecione .
Siga as instruções na tela para habilitar os efeitos da área de trabalho.
Siga as instruções para fazer uma atualização online na seção 2.2, Fazendo upgrade para o SP1 (atualização online).
Os drivers atualizados serão instalados automaticamente.
O MIT Kerberos agora é usado no lugar do Heimdal. Nem sempre é possível converter automaticamente a configuração de um Heimdal existente. Durante uma atualização de sistema, são criadas cópias de backup de arquivos de configuração no /etc com o sufixo .heimdal. As configurações geradas pelo YaST no /etc/krb5.conf são convertidas, mas verifique se os resultados correspondem às suas expectativas.
Antes de iniciar a atualização, você deve decodificar um banco de dados Heimdal existente em um arquivo legível com o comando kadmin -l dump -d heimdal-db.txt. Dessa forma, você pode criar uma lista dos principais bancos de dados disponíveis que podem ser restaurados um de cada vez usando o KDC do MIT Kerberos. Para obter mais informações sobre como configurar um KDC, consulte a documentação no pacote krb5-doc.
Para configurar um cliente Kerberos, inicie o módulo YaST Kerberos Client e digite os valores de , e .
Quando um sistema é atualizado com o módulo snd-intel8x0 (para chips na placa Intel, SIS, AMD e NVIDIA), ele pode ficar desabilitado para carregar o módulo durante a reinicialização, pois a opção de módulo joystick foi removida da última versão. Para corrigir o problema, reconfigure o sistema de som usando o YaST.
Os novos componentes de hardware a seguir agora são suportados por atualizações de driver e ID de PCI:
Driver Broadcom tg3 atualizado para a versão 3.69c, com suporte adicional para chipsets BCM5754, BCM5755, BCM5715S, BCM5722, BCM5787M, BCM5906M.
Driver Broadcom bnx2 atualizado para a versão 1.5.1c, com suporte adicional para chipsets BCM5709, BCM5708S e defeitos de renovação de IP fixo.
Driver QLogic qla3xxx versão 2.02.00-k36 adicionado.
Driver Intel e1000 atualizado para a versão 7.3.15-NAPI com suporte adicional para chipsets ICH8.
Driver NetXEN netxen versão 2.20 adicionado.
Driver Marvell sky2 atualizado para a versão 1.10, gerenciamento de interrupções por queda de energia fixa e hibernação/retorno aperfeiçoados.
Driver Intel ipw3945 atualizado para a versão 1.1.0 e dividido a partir do pacote wlan-kmp fornecido pelo ipw3945.
Driver Adaptec aic94xx atualizado para a versão 1.0.2 e suporte a expansão externa de porta de conexão múltipla adicionada.
Adaptec aic79xx atualizado para suporte a 29320ALP HBA.
Driver Emulex lpfc atualizado para a versão 8.1.10.2, com integração sysfs avançada e interfaces de gerenciamento aperfeiçoadas
Driver LSI mptsas atualizado para a versão 3.04.02 do SUSE com suporte adicional para chipsets LSI1078, SAS6i.
Driver LSI megaraid_sas atualizado para a versão 3.05 com suporte adicional para chipsets LSI1078, LSI1068.
Driver LSI megaraid_mbox atualizado para a versão 2.20.4.9.
Driver LSI megaraid_mm atualizado para a versão 2.20.2.7.
Driver QLogic qla2xxx atualizado para a versão 8.01.07-k3, com suporte adicional para o chipset ISP54XX e HBAs QLE220, QLE2432 e callback dump_poll() preservado.
Driver QLogic qla4xxx atualizado para a versão 5.01.00-d1 com suporte adicional para HBAs QLA4010, QLA4022.
Driver HP cciss atualizado para a versão 3.6.14.
Suporte adicional para chipset Realtek ALC861.
Suporte adicional a chipsets Intel 965 e VIA CLE266.
Gerenciamento de energia do link do SATA AHCI adicionado.
Suporte a estados C2 e C3 em plataformas móveis x86-64 adicionado.
Suporte à memória de até 1024GB em plataformas x86-64 adicionado.
Suporte à memória complementar aperfeiçoado.
Suporte à SLIT (System Locality Information Table - Tabela de Informações de Localidades do Sistema) ACPI 3.0 adicionado.
Se for feito upgrade do SLED 10 para o SLED 10 SP1 e você tiver o Novell Client™ 1.2 para Linux instalado, o 1.2 Client, apesar de não suportado no SLED 10 SP1, funcionará com perda de funcionalidade mínima.
O Novell Client 2.0 para SLED 10 SP1 estará disponível em Downloads da Novell em breve.
O cliente iFolder™ 3.4 para SLED 10 SP1, disponível em Downloads da Novell, permite aos usuários compartilhar seus arquivos locais em um servidor Novell iFolder 3.2 central. Os usuários podem criar várias pastas iFolder, compartilhar cada uma delas com outros usuários e especificar o direito de acesso de cada membro nos dados da iFolder. Além disso, podem fazer parte de pastas iFolder compartilhadas por outros usuários.
O cliente iFolder 3.4 para SLED 10 SP1 está disponível para arquiteturas de 32 bits (i586) e de 64 bits (x86_64). O cliente consiste em três módulos: iFolder, Nautilus e Simias. Cada arquivo de download compactado contém os três módulos para a arquitetura especificada.
Para usar o cliente, o usuário também deve ter uma conta iFolder em um servidor Novell iFolder 3.2.
Para obter mais informações, consulte o iFolder 3.4 User Guide (Guia do Usuário do iFolder 3.4).
O SuSEfirewall2 é habilitado por padrão. Isso significa que, por padrão, não é permitido efetuar login em sistemas remotos. Esse firewall também interfere na navegação na rede e em aplicativos multicast, como SLP, Samba (Ambiente de Rede) e alguns jogos. Você pode ajustar as configurações de firewall com o YaST.
As ferramentas de gerenciamento de software baseadas em ZMD (rug, zen-installer e zen-updater) mostram pacotes do serviço apagado.
Veja as etapas básicas para colocar o XGL em execução se você tiver suporte a hardware gráfico ATI ou nVidia:
Verifique se os pacotes gcc e kernel-source estão instalados.
Vá para a página http://www.nvidia.com/object/unix.html e encontre o driver correto para o seu hardware. Ele será um arquivo .run.
Em um terminal como raiz, emita o comando init 3 para mudar para o nível de execução 3.
Use chmod para tornar o arquivo .run da etapa 2 executável.
Execute o arquivo utilitário (.run), respondendo sim a todas as perguntas
Depois de concluída a instalação, recomenda-se reiniciar o sistema, embora executar o init 5 seja suficiente na maioria dos hardwares.
Efetue login novamente na área de trabalho. Agora você deve conseguir habilitar a opção Efeitos 3D da Área de Trabalho (Xgl) normalmente.
Verifique se os pacotes gcc e kernel-source estão instalados.
Vá para a página http://ati.amd.com/support/driver.html e encontre o driver correto para o seu hardware. Ele será um arquivo .run.
(O driver ati-driver-installer-8.34.8-x86.x86_64.run foi publicado em 21 de fevereiro de 2007.)
Gere um pacote de driver específico para distribuição.
Execute o instalador usando o console como raiz:
sh ati-driver-installer-8.34.8-x86.x86_64.run --listpkg
Ele lista as distribuições que podem ser usadas para criar um driver.
Execute o comando a seguir adicionando a sua distribuição ao final:
Por exemplo: sh ati*.run --buildpkg SuSE/SLED10-IA32
O Instalador de Driver ATI cria um pacote de drivers para o seu sistema, localizado em /usr/src/packages/RPMS/i386 ou /usr/src/packages/RPMS/x86_64.
Instale o pacote de drivers.
Se estiver no nível de execução 5, volte para o 3 digitando o seguinte comando como raiz:
init 3
Efetue login e vá para o diretório que contém os pacotes de drivers recém-criados.
Por exemplo: cd /usr/src/packages/RPMS/i386
Instale os pacotes de drivers:
rpm -Uvh fgl*.rpm
Instale os pacotes a seguir:
x11-video-fglrxG01
ati-fglrxG01-kmp-<kernel-flavor>
<kernel-flavor> depende do seu kernel instalado. Use uname -r para verificar o kernel default/smp/bigsmp instalado.
Depois de concluir a instalação, inicie o utilitário aticonfig.
ldconfig aticonfig --initial --input=/etc/X11/xorg.conf
Configure o driver ATI recém-instalado executando o comando a seguir:
sax2 -r -m 0=fglrx
Ele força o sax2 a usar o driver fglrx. Configure sua resolução, grave e saia.
Concluída a instalação, recomenda-se reiniciar o sistema, embora a execução do init 5 possa bastar em alguns hardwares.
Efetue login novamente na área de trabalho. Agora você deve conseguir habilitar a opção Efeitos 3D da Área de Trabalho (Xgl) normalmente.
Se você habilita o Xgl ao usar drivers de imagem patenteados, as capacidades de suspender na RAM e no disco são desabilitadas por padrão (pois podem causar falha e perda de dados). É possível ativar essas funções manualmente editando o arquivo /etc/powersave/sleep.
Para ativar a suspensão na RAM, defina o valor a seguir como Não:
DISABLE_USER_SUSPEND2RAM=”no”
Para suspender no disco, defina o valor a seguir como Não:
DISABLE_USER_SUSPEND2DISK=”no”
Antes de realizar qualquer trabalho de produção, recomenda-se que você teste as funções de suspensão e retomada depois de mudar esses valores, para garantir o funcionamento adequado.
O Xen foi atualizado para a versão 3.0.4 com upstream de recursos selecionados. Essa nova versão inclui ferramentas novas, suporta buffer de quadro paravirtualizado, permite a execução de VMs de 32 bits em um hipervisor de 64 bits e oferece suporte ao convidado totalmente virtualizado e aperfeiçoado.
A ferramenta de instalação de VM foi movida da categoria no YaST para a nova categoria . A ferramenta de instalação de VM foi regravada para aproveitar as vantagens dos novos recursos do Xen e para integrar-se melhor com outras ferramentas de virtualização. A ferramenta de instalação de VM pode ser executada graficamente ou em modo de texto. Na operação gráfica, instale o pacote python-gtk opcional. Para obter mais informações, leia a página principal do vm-install.
Uma ferramenta de gerenciamento de VM opcional foi adicionada. Para utilizá-la, instale o pacote virt-manager e dê uma olhada na categoria do YaST. Atualmente a ferramenta não gerencia configurações de VM conhecidas pelo xend (ou seja, aquelas incluídas em /etc/xen/vm que não estão em execução). Para colocar uma configuração de VM sob o controle do xend, execute o comando xm new. O VM poderá então ser gerenciado com o virt-manager.
A ferramenta de instalação de VM agora tem como padrão exibir VMs com VNC, em vez de SDL, para permitir a interoperabilidade com o virt-manager.
Se você tiver problemas com o acesso ao VNC, pode ser porque as portas VNC são selecionadas dinamicamente. A solução mais fácil é usar o virt-manager (que procura a porta no xenstore) para abrir a tela. Você também pode usar o script a seguir para anexar o vncviewer à porta VNC dinâmica:
#!/bin/sh set -e domid=`xm domid “$1”` port=`xenstore-read /local/domain/${domid}/console/vnc-port` vncviewer ::$port
Quando você fizer a atualização do SLED10 para o SLED10 SP1, qualquer mudança feita na configuração de domínio 0 (em /etc/xen/xend-config.sxp) serão perdidas. Você deve reinserir manualmente suas mudanças, que foram gravadas em /etc/xen/xend-config.sxp.rpmsave. Além disso, o formato dos arquivos de definição de VM foram mudados, exigindo que você atualize os arquivos de definição de todas as VMs.
Ao usar o XEN em uma nova instalação, certifique-se de selecionar a opção na tela GRUB durante a primeira inicialização, em vez de . A última opção será considerada a padrão, o que significa que você terminará a instalação no modo de texto.
O XEN Paravirtualized VM não pode ser instalado pelo CD.
Se for selecionado o padrão XEN durante a instalação inicial, o pacote virt-manager não será instalado. Você deverá instalar esse pacote depois que a instalação do SLED 10 SP1 for concluída.
Depois de instalado em uma instância da máquina virtual VMWare, o SLED 10 SP1 talvez não possa montar as partições do disco virtual na inicialização. Se isso ocorrer, mude a configuração de de para durante a instalação.
Na tela , clique no link .
Na tela , selecione a opção . Para mudar o esquema de particionamento, selecione a opção ou . Depois, clique em .
Na tela , execute as seguintes etapas para todas as partições listadas que você deseja montar (incluindo swap) ou para cada partição nova criada.
Realce a partição em clique em .
Na caixa de diálogo , clique em .
Na caixa de diálogo , selecione a opção em e clique em .
Clique em na caixa de diálogo .
OBSERVAÇÃO:As unidades de disco rígido básicas que também aparecem na lista na tela (geralmente como /dev/sda ou /dev/sdb) não precisam ser editadas. As partições terminarão em um número (por exemplo, /dev/sda1 ou /dev/sdb2).
Os drivers gráficos patenteados ATI e NVIDIA não são suportados com o Xen.
Para entrar em um domínio de diretório ativo “.local” durante a instalação do SLED 10 SP1, desabilite a gestão mdns adicionando mdns off ao arquivo /etc/host.conf.
Por padrão, o suporte IPv6 não está habilitado para KDE. É possível habilitá-lo usando o editor do YaST /etc/sysconfig. Esse recurso é desabilitado porque os endereços IPv6 não recebem o suporte adequado de todos os provedores de serviços de Internet e, por conseqüência, gera mensagens de erro ao navegar na Web e atrasos na exibição de páginas da Web.
Esta seção contém uma série de mudanças e aperfeiçoamentos técnicos para o usuário experiente.
O JFS não é mais suportado em novas instalações. O driver do sistema de arquivos kernel ainda existe, mas o YaST não oferece particionamento com JFS.
Eventos de hotplug agora são totalmente tratados pelo daemon udev (udevd). Não usamos mais o sistema de multiplexador de eventos em /etc/hotplug.d e /etc/dev.d. Em vez disso, o udevd chama todas as ferramentas de ajuda do hotplug diretamente, de acordo com suas regras. Regras de udev e ferramentas auxiliares são fornecidas por udev e diversos outros pacotes.
Alguns laptops Intel Core Duo ou Core 2 Duo produzem um ruído alto quando ligado à bateria. Se esse problema ocorre com você, é possível resolvê-lo passando o max_cstate=2 como parâmetro de inicialização ou o echo 2 >/sys/module/processor/parameters/max_cstate em tempo de execução. Esteja ciente de que a vida útil da bateria pode diminuir com o uso dessa alternativa.
Por padrão, chamar su para tornar-se root não define PATH para raiz. Chame o su - para iniciar um login de shell com o ambiente completo para raiz ou defina SEMPRE_DEFINIR_CAMINHO como Sim em /etc/default/su, caso deseje mudar o comportamento padrão de su.
O script de shell sux foi removido. A funcionalidade de encaminhamento de chaves xauth entre usuários agora é gerenciada pelo módulo pam_xauth e su.
cardmgr não gerencia mais as placas PC. Em vez disso, como nas placas Cardbus e outros subsistemas, elas são gerenciadas pelo módulo de kernel. Todas as ações necessárias são executadas por hotplug. O script de inicialização do pcmcia foi removido e o cardctl foi substituído por pccardctl. Para obter mais informações, consulte /usr/share/doc/packages/pcmciautils/README.SUSE.
Os pacotes Java foram mudados para seguir o JPackage Padrão. Para obter mais informações, consulte /usr/share/doc/packages/jpackage-utils.
Se você não estiver satisfeito com padrões de sistema locais, mude as configurações em ~/.i18n. As entradas em ~/.i18n substituem os padrões do sistema de /etc/sysconfig/language. Use os mesmos nomes de variáveis, mas sem os prefixos namespace_RC; por exemplo, use LANG em vez de RC_LANG). Para obter informações sobre locais em geral, consulte “Section 19.4: Language and Country-Specific Settings” (Seção 19.4: Idioma e configurações específicas do país) no S USE Linux Enterprise Desktop 10 SP1 Deployment Guide (Guia de Distribuição do SUSE Linux Enterprise Desktop 10 SP1).
Muitos aplicativos agora usam o D-BUS para a comunicação entre processos (IPC). Chamar dbus-launch inicia dbus-daemon. O /etc/X11/xinit/xinitrc em todo o sistema usa dbus-launch para iniciar o gerenciador de janelas.
Se você tem um arquivo ~/.xinitrc local, deve mudá-lo da maneira adequada. Caso contrário, aplicativos como F-Spot, Helix Banshee, Tomboy ou NetworkManager podem sofrer falha. Grave seu ~/.xinitrc antigo e copie o novo arquivo de gabarito no seu diretório pessoal com:
cp /etc/skel/.xinitrc.template ~/.xinitrc
Finalmente, adicione suas personalizações do .xinitrc gravado.
Por motivos de compatibilidade com o LSB (Linux Standard Base - Base de padrões Linux), a maioria dos arquivos de configuração e o script init foram renomeados de xntp para ntp. Os novos nomes de arquivo são:
/etc/slp.reg.d/ntp.reg
/etc/init.d/ntp
/etc/logrotate.d/ntp
/usr/sbin/rcntp
/etc/sysconfig/ntp
Em algumas máquinas, o escalonamento de freqüência da CPU pode ocasionar congelamentos quando a máquina estiver ociosa ou for iniciado o powersave. Nesse caso, durante a instalação, desabilite o daemon powersave com POWERSAVE=off como um parâmetro de inicialização.
Quando esse parâmetro não é fornecido no CD de inicialização da instalação, o powersave deve ser desabilitado posteriormente com o chkconfig powersaved off.
O APIC de ES e local para a arquitetura de x86 de 32 bits mudou. Um APIC de ES (I/O Advanced Programmable Interrupt Controller - Controlador de Interrupção Programável Avançado de E/S) e local é uma substituição com recursos de SMP para controladores de interrupção no estilo PC. Os sistemas SMP e todos os sistemas de uniprocessador recentes têm um controlador desse tipo.
Até o momento, o APIC de ES e local estava desabilitado em sistemas de uniprocessador por padrão e precisava ser ativado manualmente com o parâmetro apic kernel. Agora ele é executado por padrão e pode ser desativado manualmente. Em sistemas de 64 bits, o APIC está sempre habilitado por padrão.
Qualquer sistema com uma versão de BIOS mais recente do que 2001 tem o APIC de ES e local ativado por padrão, a menos que o APIC de ES e local tenha sido desabilitado no BIOS ou pelo usuário.
Qualquer BIOS da Intel mais recente do que 1998 tem o APIC de ES e local ativado por padrão.
Qualquer sistema com mais de uma CPU tem o APIC de ES e local ativado por padrão.
Se você tiver problemas com dispositivos que não estejam funcionando de maneira adequada, poderá aplicar manualmente as seguintes opções de configuração:
Para desabilitar o APIC local, use o nolapic (isso implica desabilitar APICs de ES).
Para desabilitar o APIC de ES, use o noapic.
Para obter o mesmo padrão das versões anteriores, use o nolapic.
As configurações de ulimit podem ser definidas em /etc/sysconfig/ulimit. Por padrão, apenas dois limites são mudados dos padrões de kernel:
SOFTVIRTUALLIMIT=80 limita um único processo para que ele não aloque mais do que 80% da memória virtual disponível (RAM e swap).
SOFTRESIDENTLIMIT=85 limita um único processo para que ele não ocupe mais do que 85% da memória física (RAM).
Esses limites flexíveis podem ser anulados pelo usuário com o comando ulimit. Limites rígidos só podem ser anulados pela raiz.
Os valores foram escolhidos de forma conservadora para evitar a interrupção de processos grandes que funcionaram anteriormente. Se não houver processos legítimos com grande consumo de memória, defina os limites com valores mais reduzidos para fornecer proteção mais eficaz contra processos longos. Os limites são por processo e, assim, não são uma proteção eficaz contra usuários mal-intencionados. Os limites são usados para proteção contra o uso excessivo acidental de memória.
Para configurar diferentes limites dependendo do usuário, use a funcionalidade pam_limits e configure /etc/security/limits.conf. O pacote ulimit não é necessário para isso, mas ambos os mecanismos podem ser usados em paralelo. Os limites configurados em limits.conf anulam os padrões globais do pacote ulimit.
O KMP (Kernel Module Packages - Pacotes do Módulo de Kernel) agora pode atualizar um banco de dados de ID de PCI de sistema para adicionar suporte a novos componentes de hardware.
Para atualizar um banco de dados de ID de PCI do sistema, um KMP instala um arquivo que contém informações de ID de PCI atualizadas no diretório /user/share/pci.id.d/. Esse arquivo contém informações de ID de PCI formatadas com a sintaxe do arquivo pci.ids padrão (consulte http://pciids.sourceforge.net/pci.ids).
Para fundir as informações de ID de PCI atualizadas no banco de dados de ID de PCI do sistema, uma seção %post do KMP de seu arquivo spec deve incluir o seguinte:
if [ -x /usr/bin/merge-pciids -a -x /usr/bin/perl ]; then /usr/bin/merge-pciids else echo “ERROR: merge-pciids or perl not found” fi
Leia os READMEs nos CDs.
É possível obter informações de changelog detalhadas sobre um pacote específico pelos próprios RPMs usando o seguinte comando:
rpm --changelog -qp <NOMEARQUIVO>.rpm
em que <NOMEARQUIVO>.rpm é o nome do rpm.
O arquivo ChangeLog no nível superior do CD1 contém um registro cronológico de todas as mudanças feitas nesses pacotes atualizados.
Visite a página http://www.novell.com/linux/ para obter as últimas novidades de produtos Linux para SUSE®/Novell®.
Para consultar a documentação do SUSE Linux Enterprise Desktop 10 SP1, visite http://www.novell.com/documentation/sled10.
Na documentação da Novell, o símbolo de maior que (>) é usado para separar as ações de uma etapa e os itens em um caminho de referência cruzada.
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